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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Ed Gein

    Ed Gein foi um sabido assassino em série e ladrão de túmulos.
    Ele influenciou em vários personagens de filmes,incluindo Norman Bates (Psicose),Jame Gumb(O Silêncio dos Inocentes) e Leatherface (Texas Chainsaw Massacre).
  
                      
Psicose

                             
 O Silêncio dos Inocentes

Texas Chainsaw Massacre


  Início de sua vida  
     Edward Theodore Gein nasceu em 27 de Agosto de 1906,em Lacrosse,Wisconsin.O filho de um pai alcoólatra e uma mãe fanática religiosa. Gein cresceu ao lado de seu irmão,Henry, em uma casa governada por pregações rígidas de sua mãe sobre os pecados de lúxuria e desejo carnal (corporal).


Ed Gein

     Obsessivamente dedicado á sua mãe até sua morte em 1945,Gein nunca saiu de casa e nem com mulheres. Depois que ela morreu,ele se tornou cada vez mais pertubado e, eventualmente,começou rondando cemitérios para desenterrar cadáveres femininos recentemente enterrados. Ele iria cortar partes dos corpos e mantê-los como troféus,colocando de volta os cadáveres aparentemente intocáveis para as sepulturas.
     Durante investigações da polícia,Ed foi pouco cauteloso por ter assassinado 2 mullheres em 1957.A polícia descobriu que ele tinha experimentado necrófilia (atividade sexual com cadáver) e praticado taxidermia humana ( empalhar o corpo,"conservar").
     
     Gein foi finalmente considerado culpado por razões de insanidade. Ele foi internado em várias instituições psiquiátricas penal, incluindo o Hospital Central do Estado em Wisconsin e no Instituto de Saúde Mental de Mend,onde morreu de insuficiência respiratória e cardíaca em razão do câncer, em 26 de Julho de 1984 , com 77 anos de idade.


  
 - Um filme que assisti há algumas semanas atrás baseada na história de Gein ,chamado Ed Gein -O Serial Killer,filme feito no ano de 2000 ,conta detalhadamente sua infância e momentos de sua vida.   
    Não é comum encontrar em lojas, bancas ,etc.. mas tem o filme completo no youtube e dublado.




         

sábado, 10 de janeiro de 2015

Patrick Mackay

   Patrick Mackay (nascido em 25 de Setembro de 1952),é um assassino em série que confessou ter matado onze pessoas na Inglaterra em meados de 1970.
  
Início de sua vida  
   
   Quando criança, Mackay foi frequentemente vítima de abuso físico por seu pai, alcoólatra Harold. Quando Mackay tinha 10 anos, seu pai Harold morreu de complicações do alcoolismo. Suas palavras finais para seu filho foram "lembre-se de ser bom".Patrick foi incapaz de aceitar a perda de seu pai, dizia as pessoas que Harold ainda estava vivo.
   
   Mais tarde, em sua juventude, ele sofria de birra e acessos de ira,a grandeza de crueldade contra os animais e incêndio criminoso (atiando fogo em sua própria tartaruga de estimação),intimando crianças mais novas,roubou vizinhos ,e até mesmo tentou matar sua mãe e tia.Ele também tentou matar um menino mais jovem, disse mais tarde que teria conseguido se não tivesse sido dominado (contido),e tentou atear fogo a uma igreja católica.
   
  Por causa de tais incidentes, ele passou sua adolescência dentro e fora das casas e instituições para doentes mentais. Aos 15 anos,ele foi diagnosticado como um psicopata por um psiquiatra, Dr.Leonard Carr. Carr "preveu" que Mackay iria crescer como um psicopata frio ,digamos que ele suspeitava de um "assassino". 

  Na idade adulta ,Mackay desenvolveu um fascínio pelo nazismo,chamando a si mesmo de "Franklin Bollvolt" ,e enchendo seu apartamento de memórias nazistas.Ele morava em Londres e era frequentemente alcoolizado ou drogado.Em 1973,perto da casa de sua mãe,em Kent, ele fez amizade com o Padre Anthony Crean, um sarcedote. Independente disso, Mackay invadiu a casa de Crean e roubou um cheque. Preso e processado pela polícia,ele foi condenado a pagar a multa de volta,mas nunca o fez. O incidente provocou um conflito entre os dois e Mackay voltou a Londres. Foi nessa época que Mackay disse que iria afogar um vagabundo no rio Tamisa. 

  Em 21 de março de 1975,Mackay usa um machado para matar o Padre Crean,cortando através do crânio da vítima e vendo ele sangrar até a morte. 
   Ele foi rapidamente preso e logo foi considerado pela polícia como um suspeito em pelo menos uma dúzia de outros assassinatos ao longo dos dois anos anteriores, a maioria das vítimas são mulheres idosas que tinha sido esfaqueado ou estranguladas durante roubos. Mackay se gabou de que ele havia assassinado 11 pessoas. Patrick Mackay foi acusado de cinco assassinatos, mas duas acusações foram retiradas por falta de provas.Em novembro de 1975 ele foi condenado e sentenciado à prisão perpétua.Ele agora está em seu trigésimo terceiro ano de prisão .


Patrick_Mackay_mug_shot.jpg
  

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Richard Trenton Chase

  Trouxe algo um pouquinho diferente ... 
   Richard Chase, um assassino em série esquizofrénico, matou 6 pessoas em um mês, em Sacramento ,Califórnia. Richard ficou conhecido como "Vampiro de Sacramento", vampiro porque ele bebia o sangue de suas vitimas e canibalizava seus órgãos internos.Ele fez isso por parte de uma alucinação de que ele precisava impedir os nazistas de transformar seu sangue em pó pelo meio de sua saboneteira.


Richard Trenton Chase

 O por quê dessa ideia louca,era de que ele achava que seu sangue estava "envenenado" e para isso não ocorrer de tal forme que os "nazistas transformassem seu sangue em pó",ele simplesmente teria que beber "sangue limpo",no caso, o sangue de suas vitimas.Tudo isso ocorreu em 1977.Suas vitimas foram todas com a idade abaixo de 30 anos. Primeiro matou um jovem de 28 á tiros. Após isso foi uma garota de 22,um casal de 27,um menino de 6 e um bebê de 22 meses.De todos ele esquartejou e bebeu o sangue dos cadáveres.

 Chase sempre foi fanático  pelos assassinos em série Kenneth Bianchi e Angelo Buono,preparado a imitá-los,aos 28 anos comprou uma pistola calibre 22.Com esta arma começou vários crime.Além de fazer as brutalidades,ainda guardava os órgãos das vitimas na geladeira e ia comendo aos poucos.

 No julgamento Richard Chase foi condenado á pena de morte :foi sentenciado a morrer na câmara de gás da Penitenciária de San Quintín.
 Mas o assassino canibal adiantou o processo, se suicidou em sua cela com uma overdose de antidepressivos um dia depois do Natal ,em 1980.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Gary Ridgway

  Gary ,conhecido como "Green River Killer”. Confessou em 5 de novembro de 2003 ter assassinado 48 mulheres,entre o ano de 1982 a 1998, pondo fim ao maior caso não solucionado nos EUA.
 

 O assassino norte- americano,se orgulhava em matar,levava como uma profissão. Escolhia cuidadosamente suas vitimas e as perseguia. Utilizava um método comprovado : estrangulamento. Tiros ou facadas fariam "muita sujeira". Focou então em matar prostitutas,ás vezes algumas moradoras de rua,outras meninas fugidas de casa.Também enganou a polícia repetidamente. Suspeito durante mais de vinte anos da onda que aterrorizou a região de Seattle,no Estado de Washington, na década de 80, ele só foi preso em 2001. Em junho, confessou os crimes – cerca de sessenta mulheres foram tragadas pelo homem que se transformou numa eficiente máquina de matar, mas a polícia conseguiu fechar as investigações de "apenas" 48 vítimas. Ele mesmo perdeu as contas exatas " Matei tantas mulheres que é difícil lembrar delas todas".


 "Queria matar o maior número possível de mulheres que achava que eram prostitutas", disse na declaração apresentada ao tribunal. Por quê? "Odeio a maioria das prostitutas e não queria pagá-las para ter sexo." De que maneira? "Esganar era uma coisa que eu fazia muito bem." Ridgway tinha um sistema. Mirava nas garotas mais jovens e menos experientes nos truques da sobrevivência nas ruas. "Preferia as brancas, mas tudo bem se fossem negras. Tanto faz, era tudo lixo", afirmou. Parava a picape, mostrava fotos do filho, prometia arrumar emprego para elas ou se tornar um cliente regular. Levava as vítimas para casa ou fazia sexo na traseira da picape mesmo. Depois, atacava-as por trás, estrangulando-as com uma toalha, uma corda ou o próprio braço. Os corpos eram deixados em matagais, à beira de estradas ou nas águas do Green River, ou Rio Verde. Por causa disso, Ridgway ficou conhecido como "o assassino de Green River".

Ele era meticuloso e se especializou em enganar a polícia. Sabia como os peritos criminais trabalham. Usava luvas e tirava roupa e objetos das mulheres assassinadas. Se tinha sido arranhado, cortava as unhas da vítima. Trocava de pneus caso o carro deixasse rastros. Plantava provas falsas, como bitucas de cigarro e folhetos de motéis. "De certa forma eu tinha orgulho por não ter sido pego", reconheceu Ridgway, depois de detido. Seu melhor disfarce era a aparência banal. Ninguém prestava muita atenção no sujeito sem graça, que trabalhou como pintor numa fábrica de caminhões por mais de trinta anos. Foi casado três vezes, teve um filho e muitas namoradas. Parou de matar depois do terceiro casamento, em 1985, embora tenha tido algumas "recaídas" – o último crime confirmado foi em 1998.

Alguns dos corpos das garotas e mulheres assassinadas por Ridgway tinham mutilações e sinais de "rituais" macabros. Gostava de deixar os cadáveres em grupos, perto de lugares aonde pudesse voltar com facilidade, numa espécie de ronda. Certa vez, largou o filho dormindo na picape, desceu e fez sexo com um corpo. Ridgway era suspeito dos crimes desde 1983. Um ano depois foi detido, mas passou num teste no detector de mentiras. Em 1987, a polícia deu uma batida na casa dele. Nada de provas – mas levaram uma amostra de saliva. Só em 2001, quando a polícia de Seattle reabriu as investigações, um tipo mais avançado de exame de DNA confirmou: a saliva combinava com o esperma encontrado nos corpos de três das primeiras vítimas. Alguns dos investigadores choraram; o caso do assassino do Rio Verde estava resolvido. A um dos psicólogos, que perguntou se se considerava doente, Ridgway disse: "Não sei se era doença ou se, sei lá, eu só queria matar".