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sábado, 20 de setembro de 2014

"Assassino de Yosemite " _ Cary Stayner

    Stayner é um serial killer americano, atualmente no corredor da morte ,pelos assassinatos de quatro mulheres em 1999 em Mariposa County perto de Yosemite,na Califórnia , o assassino nasceu e cresceu em Merced ,Califórnia. Seu irmão mais novo Steven, foi sequestrado quando era criança pelo molestador Kenneth Parnell em 1972 e mantido em cativeiro por mais de sete anos . Stayner mais tarde diria que se sentiu abandonado por seus pais que eram muito tristes enquanto Steven estava desaparecido.Quando Steven escapou de Parnell e voltou para casa em 1980,ele recebeu grande atenção da mídia,um livro e um filme ,contaram a história do sequestro de Steven Stayner , ambos o filme foi titulado de " I know My First Name is Steven ". Steven morreu em um acidente de motocicleta enquanto voltava do trabalho para casa em 1989.
Steven Stayner (Irmão de Cary)

    No ano seguinte, o tio de Cary ,Jesse " Jerry" Stayner , com quem ele estava vivendo na época,foi assassinado.Stayner tentou suicídio em 1991 e foi preso em 1997 ,por posse de maconha e metanfetaminas , mas as acusações foram tiradas depois .Em 1997 ,Stayner foi contratado com caseiro no motel Cedar Lodge em El Portal, na entrada para o Yosemite National Park . Entre fevereiro e julho 1999,ele assassinou quatro mulheres , Carole Sund (uma corretora de seguros conceituada de Eureka, Califórnia), sua filha Julie Sund, sua companheira de viagem, a estudante argentina de intercâmbio Silvina Pelosso e a funcionária do Yosemite National Institute (agora NatureBridge) Joie Armstrong. Os corpos de Carole Sund e Silvina Pelosso foram encontrados carbonizados na região da Stanislaus Forest no porta-malas de um Pontiac Grand Prix que Carole alugou para fazer uma viagem com a filha e a amiga. O corpo de Juli Sund foi encontrado duas semanas depois perto do Lago Pedro no Condado de Tuolumme a quilômetros de distância, o corpo em decomposição da menina apresentava a garganta cortada. Ele foi inicialmente questionado quando as três primeiras vítimas foram encontradas, mas não foi seriamente considerado como um suspeito, devido principalmente às suas relações com as vítimas e suas tentativas de despistar as autoridades. 
Cary

Quando o quarto corpo foi encontrado em um manguezal no Yosemite National Park, em julho, ele foi interrogado novamente e preso pelos agentes do FBI John Boles e Jeff Rinek em Laguna del Sol resort nudista em Wilton . No seu caminhão tinham evidências que o ligava as vítimas. Ele acabou confessando os quatro assassinatos. Stayner afirmou após sua prisão que fantasiava sobre assassinato de mulheres desde os sete anos de idade, muito antes do rapto de seu irmão. Stayner foi julgado invocado não culpado devido à insanidade. Seus advogados alegaram que a família de Stayner tinha um histórico de abuso sexual e doença mental, manifestando-se não só nos homicídios, mas também do pedido Stayner de pornografia infantil (em troca de sua confissão) e transtorno obsessivo-compulsivo, no seu caso um tipo chamado tricotilomania (arrancamento dos cabelos compulsivamente). Ele foi novamente julgado e foi considerado são e acusado em quatro acusações de assassinato em primeiro grau por um júri em 2001. Em 2002, durante a fase final do seu julgamento, ele foi condenado à morte. Um recurso está em andamenti. Stayner está preso no Centro de Ajustamento no corredor da morte na Penitenciária de San Quentin, na Califórnia.
Cary Stayner 


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

"A Fera da Penha" _ Caso ocorrido no Brasil

 Neyde Maria Lopes (Rio de Janeiro,2 de março de 1937 ) ,ficou nacionalmente conhecida como " Fera da Penha" , acusada nos anos 60 de assassinar e incendiar uma criança de 4 anos nos fundos de um Matadouro  da Penha .

Começou em 1959, quando Neyde, na época com 22 anos de idade, conheceu Antônio Couto Araújo, e apaixonou-se por ele em plena Central do Brasil. 


Por cerca de 3 meses inteiros eles se encontravam. 
Mas logo ela acabou descobrindo por intermédio de um amigo que Antônio era casado e pai de duas crianças. 
Sabendo disto, ela exigiu que ele abandonasse a esposa e filhas para ser somente dela. Vendo que Antônio não abandonaria sua família, Neyde traçou outra tática: resolveu aproximar-se da família de seu amado

Fingindo ser uma velha colega de colégio de Nilza Coelho Araújo, esposa de Antônio, Neyde conquistou a confiança desta e assim passou a visitar e conviver moderadamente, apesar da recusa de Antônio. 


A verdade é que Neyde não suportava sentir-se como sendo "a outra" na vida de Antônio e como este não se entregaria integralmente, ela decidiu tramar sua vingança contra o amante. 
A futura assassina viu em Tânia Maria Coelho Araújo, a "Taninha", de apenas 4 anos, filha mais velha do casal, o alvo perfeito para sua vingança.
No dia 30 de Junho de 1960, Neyde telefonou para a escola onde Taninha estudava e, dizendo-se Nilza, disse que não poderia ir pegar a filha, por isso mandaria uma vizinha (no caso, Neyde) apanhá-la. 


E foi exatamente o que aconteceu. Naquela mesma tarde, quando Nilza foi levar o lanche da filha, ficou sabendo de tudo e sondou a polícia, apesar de nem sequer imaginar que fosse Neyde quem tivesse levado a menina. 
Neyde ficou andando sem rumo com Taninha por cerca de 5 ou 6 horas por várias ruas, até que ao cair da noite ela passou na casa de uma amiga, no bairro da Penha, e por fim numa farmácia para comprar um litro de álcool. 
Então, às 20 horas, ela conduziu a menina ao galpão dos fundos do Matadouro da Penha, executou a menina com um único tiro na cabeça e pôs fogo em seu corpinho, antes de ir embora tranqüilamente.

Dias depois, presa, ela negou todas as acusações em um longo interrogatório de mais de 12 horas, mesmo tendo de confrontar fisicamente os pais da vítima e outras testemunhas. 
Mas, tempos depois, em desabafo com o radialista Saulo Gomes, confessou com frieza e calculismo todos os detalhes do crime, o que acabou lhe rendendo popularmente a alcunha de "A Fera da Penha", o que dura até hoje. 
Foi condenada a 33 anos de prisão, mas após cumprir 15 anos por bom comportamento, ganhou a liberdade. Diz-se que até hoje vive em um modesto apartamento na Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, e que se casou com o diretor da prisão em que cumpriu pena.